O filiado do Sitraemg Durval Augusto de Souza Júnior convida todos os colegas dos órgãos do Judiciário Federal em Minas Gerais para o lançamento de seu mais novo romance: “Renato fica vermelho e avança”.
A apresentação será no dia 11 de julho (sábado), a partir das 11 horas, na Livraria da Rua, que fica na Rua Antônio Albuquerque, 913, Savassi, Belo Horizonte.
A obra já está disponível no site da editora Kotter Editorial (kotter.com.br), ao preço de R$ 60,00. Porém, quem adquiri-la diretamente com o autor, pelo e-mail durvalescritor@gmail.com ou pelo whatsapp (31)99316-9712, terá isenção do frete.
Este á o quarto livro do escritor, que é servidor aposentado do TRE-MG e psicólogo formado pela PUC/MG.
As outras obras do autor são: Fernando Capeta Urubu (fábula – 1999); Almas tontas (romance – 2006); Sem paredes (romance – 2011); A aljava de Cupido (contos – 2016); Quero matar o prefeito (contos – 2017); Amor e guerra em Vale Manso (romance – 2022) e Brasa teimosa (contos – 2024), além da participação em diversas coletâneas.
Leia a sinopse do livro “Renato fica vermelho e avança”, escrita pelo próprio autor:
“Renato, protagonista de Renato fica vermelho e avança, é um homem sedento de metamorfose. Ele precisa se desfazer das roupas psíquicas infantis que o apertam. É um prisioneiro de si mesmo, seus verdadeiros inimigos moram nele;
Vive acorrentado por forças invisíveis que lhe foram impostas na infância e que funcionam como severos juízes internos, sombras que o ameaçam e o sufocam. A luta contra a timidez é a luta da sua vida.
Diante do espelho ele despeja toda sorte de impropérios contra si mesmo, contra o ratinho assustado que vive nele. No bar, com os amigos Maurício e Fábio, aproveita para falar de suas frustrações com as mulheres e com a vida.
Mas logo cruzam seu caminho pessoas cuja participação em sua trajetória será de grande valia.
Uma delas é Monique Goldflower, psicóloga e atriz que ele conhece na praia.
Ela lhe dá vigorosos “empurrões”, incitando-o a encarar seus fantasmas, mostrando-lhe que as roupas psíquicas infantis que ele veste devem ser rasgadas à força, que é preciso radicalizar.
Um velho sábio de nome Jeremias também terá seu papel no processo de desidiotização de Renato. Ele já viveu nove décadas e se baseia no fato de ter sido ele mesmo um idiota para inspirar seu jovem amigo.
Renato vai avançar mesmo ficando vermelho, azul, roxo ou qualquer outra cor, porque no fundo sabe que, como carcereiro de si mesmo, ele tem a chave do cárcere.”.
Assessoria de Comunicação
Sitraemg


