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“A voz do servidor” reúne membros das diretorias atual e anterior do sindicato para falar sobre pautas e lutas da categoria

No programa do Sitraemg pela Rádio Favela, de BH, os convidados debateram também sobre visitas a órgãos do Judiciário e parlamentares, em Brasília, calendário nacional de mobilização, importância dos sindicatos e eleições de outubro
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A edição do programa “A voz do servidor” da última quinta-feira, 11 de junho, abordou, como tema central, as mais recentes articulações no Congresso Nacional e Tribunais Superiores e Conselho Nacional de Justiça (CNJ), pela derrubada do veto 45 (da recomposição salarial), reestruturação da carreira, isonomia das assessorias de 1º e 2º graus e a defesa do teletrabalho.

Mas o apresentador Carlos Cabeça, servidor do TRT3 em Contagem, também conversou com os convidados – o atual coordenador do sindicato Walter Loschi e o ex-coordenador e servidor do TRT3 em Juiz de Fora Alexandre Magnus, que integraram o grupo na mobilização do final de maio na capital federal – sobre o calendário nacional de mobilização aprovado na XXV Plenária Nacional da Fenajufe, importância das entidades sindicais e as eleições de outubro.

Na sequência, contextualizou-se o calendário nacional de mobilização, recentemente aprovado na XXV Plenária Nacional da Fenajufe, de importância para as entidades sindicais, além das eleições de outubro.

O programa, produzido e apresentado pelo Sitraemg, vai ao ar todas as quintas-feiras, ao vivo, pela Rádio Autêntica Favela, 106,7 FM, de Belo Horizonte. A atração também pode ser ouvida pelo celular, pelo aplicativo que pode ser baixado no site da emissora: radiofavelafm.com.br
Reforço da luta na capital federal

Sobre as articulações em Brasília, os convidados avaliaram como positivas. Nas atividades realizadas, juntamente com outros representantes das diretorias atual e anterior do Sitraemg, eles relataram que conseguiram mais importantes apoios às lutas pela derrubada do veto 45 e da estruturação na Carreira, no Congresso. Esses e outros temas pautados – dentre eles, a isonomia do cargo de assistentes de 1º e 2º graus – foram discutidos no Tribunal Superior do Trabalho (TST) e no Conselho da Justiça Federal (CJF).

“Temos que unir forças nessas pautas”, defendeu Walter Loschi. “A reestruturação da carreira foi protocolada no Supremo Tribunal Federal em dezembro de 2023”, lembrou Alexandre Magnus, ressaltando que o Sitraemg, com mais de 7 mil filiados, conta com assessorias parlamentar, orçamentária e jurídica para as articulações em Brasília, mas que falta maior apoio da Federação e dos demais sindicatos da base. “Falta mais mobilização para a gente conseguir o envio do projeto de estruturação da carreira ao Congresso Nacional”, cobrou. “A gente sabe que a pressão vai fazer a diferença”, acrescentou Walter.

A propósito do calendário nacional de mobilização aprovado pela Plenária Nacional da Fenajufe, com indicativo de Dia de Paralisação Nacional, em 13 de agosto, Alexandre Magnus lamentou que não tenha sido incluída uma proposta de greve. “É um calendário ‘gelado'”, disse, mas convocando os colegas para a mobilização. “É impossível a reestruturação sem falar de greve”, completou o apresentador Carlos Cabeça.

Importância dos sindicatos

Alexandre Magnus, em sua experiência de participação em várias diretorias do Sitraemg, frisou que os sindicatos são essenciais para os trabalhadores do serviço público e da iniciativa privada. “A gente tem que participar das ações do sindicato. Os sindicatos são uma escola política”, completou Walter Loschi.

Cuidados na escolha de candidatos em outubro

Ambos os convidados também chamaram a atenção de todos os colegas para as próximas eleições, em outubro. Aconselharam a todos refletirem bem e buscarem conhecer os candidatos. “É importante que a classe trabalhadora faça boas escolhas nas próximas eleições”, sugeriu Walter Loschi.

“Quem está nos ouvindo é do chão de fábrica. A gente tem que pensar que as eleições podem marcar o nosso futuro. Vamos olhar o histórico dos candidatos, como já votaram em relação à pauta dos trabalhadores”, orientou Alexandre Magnus.

Reestruturação da carreira, eleições e privatização da Copasa

Em seu comentário semanal, a ex-coordenadora do sindicato e agora membro do Conselho Fiscal Joana D’Arc Guimarães irmanou-se aos convidados do programa no recado aos servidores em relação às eleições de outubro. “É importante nós sabermos escolher os nossos candidatos”, aconselhou.

Ela também reforçou a importância da mobilização pela reestruturação da carreira e fez um alerta aos mineiros a respeito da iminente privatização da Copasa. “O atual governo de Minas Gerais está privatizando a Copasa porque não tem competência para administrar a estatal. Vários funcionários efetivos já foram mandados embora e a empresa está cada vez mais precarizada. Enquanto isto ocorre, a população vai convivendo cada vez mais com a falta de água”, denunciou.

Assessoria de Comunicação
Sitraemg

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