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Nova Diretoria do Sitraemg reúne-se com Administração do TRE-MG em seu 1º dia de mandato

No encontro com o diretor-geral, Rodolfo Pacheco, e auxiliares, o sindicato cobrou soluções para problemas ocorridos em gerador de energia e elevador de edifícios do Tribunal em BH
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A segurança dos elevadores do edifício-sede do TRE-MG e problemas operacionais do gerador de energia do edifício Pio Canedo, também na Capital, foram os temas da pauta da reunião do Sitraemg com o diretor-geral do Tribunal, Rodolfo Pacheco, na segunda-feira, 1º de junho.

No primeiro dia do mandato da nova Diretoria Executiva do sindicato, a entidade foi representada pelos coordenadores Marjory Pereira de Sousa, Liana Theodoro Ferreira dos Santos Barreto e Antônio Carlos de Andrade Filho, acompanhados pela advogada Débora Oliveira, da assessoria jurídica.

Pelo Tribunal, além do diretor-geral, também participaram o secretário de Gestão de Serviços, Luiz Vial; a coordenadora de Manutenção e Obras, Ana Paula Fidelis; e Victor Augusto Souza, Renato de Abreu Barcelos e Victor Sérgio, técnicos da Seção de Modernização Administrativa (Semad).

Os representantes do sindicato fizeram um breve relato sobre os problemas apontados por servidores e as providências já solicitadas pelo sindicato e cobraram soluções.

Problemas do gerador de energia

Ao ser acionado para suprir eventuais quedas de energia elétrica do edifício Pio Canedo, um técnico constatou que o gerador utilizado pelo Tribunal estaria emitindo um ruído intenso, provocando uma sensação de rarefação de oxigênio e exalando cheiro de gás. Isso estaria gerando apreensão entre os servidores.

Em ofício encaminhado ao Tribunal, em novembro passado, o sindicato pediu esclarecimentos formais a respeito da questão. Solicitou a realização de avaliação técnica para medição dos níveis de gases, verificação da integridade estrutural do piso e das intervenções realizadas e análise de vibração e seus efeitos sobre a estrutura do edifício.

Da esquerda para a direita: a advogada do Sitraemg Débora Oliveira, e os coordenadores Antônio Carlos Andrade, Liana Theodoro e Marjory Sousa; o diretor-geral do Tribunal, Rodolfo Pacheco; o secretário de Gestão de Serviços, Luiz Vial; o técnico da Semad, Renato de Abreu; a a coordenadora de Manutenção e Obras, Ana Paula Fidelis; e os também técnicos da Semad Victor Sérgio e Victor Augusto

Slicitou, ainda, avaliação dos riscos de exposição dos servidores e trabalhadores terceirizados, além da tomada das providências cabíveis para corrigir os problemas eventualmente encontrados.

O secretário de Gestão de Serviços, Luiz Vial, auxiliado por técnicos da Semad, afirmou que o gerador funciona de acordo com as normas de segurança e é acompanhado de perto por uma empresa especializada responsável por sua manutenção. Os ruídos emitidos estariam dentro dos limites de decibéis permitidos, e o gás emitido pelo uso do óleo diesel é ejetado por uma tubulação que segue do interior para fora do edifício.

A partir de pedidos reforçados pelos coordenadores do sindicato e de sugestão do diretor-geral, o pessoal da área técnica ficou de providenciar adequações na tubulação do lado de fora do prédio, para que o gás se disperse mais distante não só do próprio imóvel, mas também transeuntes da via pública. Além disso, o Tribunal ficou de convidar o sindicato para acompanhar o funcionamento do gerador e os efeitos dele decorrentes quando houver nova visita da empresa de manutenção.

Funcionamento dos elevadores

Sobre esse tema, a advogada do Sitraemg lembrou que, no dia 7 de abril, dois trabalhadores permaneceram presos em um dos elevadores do edifício-sede do Tribunal, por 20 minutos, até que fossem tomadas as providências para liberação. Depois de tomar conhecimento, o sindicato encaminhou ao Órgão alguns questionamentos a respeito do ocorrido, alegando que o episódio afetou a integridade psicológica dos envolvidos e constitui potencial risco à de todos os usuários do equipamento, instalado em um prédio de grande fluxo de pessoas.

Advertiu que problemas semelhantes ocorridos em prédios da Justiça Federal em Belo Horizonte, em 2024, aumentavam a apreensão de servidores da Justiça Eleitoral.

A coordenadora de Manutenção e Obras, Ana Paula Fidelis, reiterou as informações contidas na resposta da Diretoria-Geral aos questionamentos do sindicato encaminhados no dia 8 de maio. Foi informado que os equipamentos passam pela inspeção técnica anual, como determina a legislação municipal, que será dada ampla divulgação às inspeções realizadas e repasse de informações detalhadas acerca das manutenções preventiva e corretiva dos equipamentos, incluindo contratos, cronogramas e registros recentes de intervenção.

Na reunião de ontem, os representantes da Administração acrescentaram que os elevadores têm seu funcionamento acompanhado pelo setor de engenharia do Tribunal e recebem serviços regulares de manutenção. Os equipamentos, garante o Tribunal, são fiscalizados pela prefeitura de Belo Horizonte e pequenas “paradas” são normais, em razão até mesmo em razão de quedas eventuais de energia.

Informaram, ainda, que um Plano de Obras que está sendo elaborado pela instituição inclui serviços de modernização dos elevadores dos prédios da Justiça Eleitoral. Esse plano, adiantaram, já está em fase de conclusão. A previsão é de que se conclua o processo de licitação para a escolha da empresa a ser contratada e se inicie a execução das obras no início de 2027.

Leia mais:

Assessoria de Comunicação
Sitraemg

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