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 “A voz do Servidor” reforça convite para apresentação do bloco do Sitraemg no carnaval de BH

Ainda no programa do sindicato pela Rádio Favela, filiado falou sobre sua carreira de cantor e coordenadora destacou participação da entidade nas mobilizações da semana em Brasília
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“Estamos lá esperando todo mundo. Vai ser um carnaval bacana”, disse o coordenador do Sitraemg Carlos Cabeça na edição do programa “A voz do servidor” dessa quinta-feira, 5 de fevereiro, pela rádio Autêntica Favela.

Foi um reforço ao convite aos filiados e ao público em geral para a participação do bloco do sindicato “A Justiça não é cega” no carnaval de Belo Horizonte, neste sábado (7). “Já se programem aí”, completou Júlio César Araújo, filiado do Sitraemg e servidor do TRT3, um dos convidados do programa.

O bloco “A Justiça não é cega” e convidados – o bloco Alalor, o grupo Tambores da Amomp (Associação de Moradores do Bairro Novo Progresso) e a banda Santarém – vão se apresentar no período das 13 às 19 horas, na rua Bernardo Guimarães, 166 (esquina com a av. Getúlio Vargas), no bairro Funcionários.

Confira o álbum de fotos:

Programa "A voz do servidor"

Júlio César aproveitou a oportunidade para chamar o público também para as apresentações dos blocos Oh! Terezinha e Alalaor, que ele criou. O primeiro sairá no sábado, 14/02, no bairro Santa Tereza, com concentração na Rua Divinópolis, 222, a partir das 12 horas; o segundo, na segunda-feira, 16/02, na rua Silvianópolis, 231, também no Santa Tereza, a partir das 12 horas. Ele reiterou que os dois blocos têm por princípio a inclusão social: o Alalaor voltado mais para os idosos, e o Oh! Terezinha, para as mulheres.

Ataques ao carnaval de Belô

O filiado também fez questão de registrar seus protestos contra o projeto de lei em tramitação na Câmara Municipal de Belo Horizonte que proíbe a participação de crianças nas apresentações dos blocos de carnaval e eventos similares – como a parada LGBTQIAPN+ – na cidade.

O texto é de autoria do vereador Pablo Almeida (PL). Já aprovado em primeiro turno, tem que passar ainda por um segundo turno de votação, antes de ir à sanção do prefeito municipal. Avaliando que o carnaval é de rua e livre, e que por isso não cabe aos blocos, mas aos pais, controlarem o acesso de crianças, ele também criticou a abertura para a exploração de empresas de fora da cidade na venda de produtos nas áreas do circuito do carnaval, em detrimento dos comerciantes de Belo Horizonte.

O “cantautor”

O outro convidado do programa foi o cantor Ricardo dos Reis, também filiado do Sitraemg e servidor do TRT3. Ele se define um “cantautor”, por cantar as próprias músicas, compostas só por ele ou em parceria. Disse que se inspira na poesia e em grandes compositores da música popular brasileira (MPB). No início do programa, recitou o poema “Motivo”, de Cecília Meireles, musicado por Raimundo Fagner. Foram dele as três canções tocadas ao longo do programa, como de costume (entre parênteses, os parceiros): “Redenção” (Mamour Ba), “Bossa-me” (Philippe Lobo) e “Samba pra Belô (Helder Viana).

Mobilizações em Brasília

A coordenadora Joana D’Arc Guimarães fez um relato sobre a participação da caravana do Sitraemg nas mobilizações em Brasília (DF), na quarta-feira (4), em defesa da reestruturação da carreira da categoria e pela derrubada do veto parcial ao Projeto de Lei nº 4.750/2025, da recomposição salarial aprovada pelo Congresso Nacional. “Todos nós precisamos ter uma recomposição salarial em nossos salários”, pontuou.

Sobre a reestruturação da carreira, ela lembrou que existem distorções, com pessoas que desempenham as mesmas funções ganhando valores diferentes.  “É para fazer justiça com os servidores”, disse.

Bola dentro, bola fora

Na coluna “Bola dentro, bola fora”, o filiado e servidor do TRT3 Rubens Goyatá destacou duas “bolas dentro”: para Pepe Guardiola, considerado um dos melhores técnicos do mundo, pelas críticas da polícia de Donald Trump aos próprios cidadãos americanos e ao massacre do governo de Israel na Faixa de Gaza; e para a União Europeia, pelo esforço concentrado na regulamentação das Big Techs.

Destacou, igualmente, duas “bolas fora”: para o influencer brasileiro Júnior Pena, que foi preso pelo Serviço de Imigração e Alfândega, o ICE, dos Estados Unidos, depois de apoiar a eleição do presidente Donald Trump perante a comunidade de imigrantes brasileiros; e para o presidente Donald Trump, por anunciar sua intenção de “nacionalizar” as chamadas “eleições de meio-termo” daquele pais que elegem os membros do Congresso Nacional, de quatro em quatro anos, no âmbito dos estados.

Assessoria de Comunicação
Sitraemg

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