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Sitraemg pleiteia que compensação da greve seja por reposição de serviço no TRT3

Sitraemg orienta os servidores de todas as Justiças a não começarem a compensação do dia não trabalhado nos termos anteriores estabelecidos pelas administrações
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Em reunião rápida ocorrida na manhã desta quarta-feira, 2 de abril, na Diretoria-Geral do TRT3, foi solicitada uma forma de compensação alternativa à estabelecida anteriormente pelo Tribunal para os servidores da Justiça do Trabalho que participaram da greve de 20 de março, pelo Plano de Carreira.

Participaram da reunião a diretora-geral, Patrícia Helena dos Reis, e as assessoras Fernanda Melo Costa Paschoalin e Juliana Correa Ramos, os coordenadores do sindicato David Landau e Alessandra Barbosa, e a advogada Débora Oliveira, da assessoria jurídica.

Os representantes do Tribunal argumentaram que o TRT2, de São Paulo, já adotou a realização dos serviços represados na data da greve como forma de reposição do dia não trabalhado.

A diretora-geral lembrou, então, que a Resolução 86/2011, do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), prevê a aplicação dessa forma ou a compensação hora a hora.

Patrícia dos Reis solicitou ao sindicato que oficie novamente a Presidência do Tribunal formalizando o pedido dessa forma de compensação, para que o Órgão decida.

O Sitraemg já está em negociação também com a Administração do TRE-MG, e aguarda resposta ao pedido de reunião com esse mesmo objetivo formulado à Presidência do TRF6.

A entidade reforça a orientação aos servidores de todas as Justiças para que não iniciem de imediato as formas de compensação já estabelecidas, mas que aguardem o resultado das negociações em curso.

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Assessoria de Comunicação
Sitraemg

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