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A democracia virou o jogo. Agora é hora de virar a página e lutar pelas nossas conquistas

Alexandre Magnus, ex-coordenador-geral do Sitraemg e coordenador licenciado da Fenajufe
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A solidariedade venceu o individualismo. A democracia mostrou sua força. Mas, para os servidores e servidoras do PJU, a luta continua!

Ufa! Que eleição! Que virada! Que momento histórico!

O resultado do segundo turno de 2026 representa, para mim, muito mais do que uma disputa eleitoral. Representa a reafirmação de valores que considero fundamentais para o futuro do Brasil: solidariedade, democracia, soberania, ciência, educação, saúde pública, justiça social e respeito aos trabalhadores e trabalhadoras.

Na minha avaliação, essa foi uma escolha que colocou em evidência dois projetos diferentes de país. De um lado, a defesa de um Estado capaz de proteger os mais vulneráveis, garantir direitos e oferecer serviços públicos de qualidade. De outro, um projeto cujas propostas e prioridades despertam preocupações para quem defende o serviço público, os direitos sociais e o futuro dos trabalhadores.

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Por isso, comemoro a vitória de Lula com a convicção de quem acredita que o Brasil precisa cuidar de seu povo, especialmente dos mais pobres e daqueles que mais dependem dos serviços públicos.

Ganhou a democracia! Ganhou a defesa do SUS, da educação pública, da ciência e do meio ambiente! Ganhou a esperança de quem acredita que o Estado deve servir à população, e não ser transformado em instrumento de privilégios.

Ganhou a luta pela Justiça do Trabalho, pela valorização dos servidores públicos, pelos direitos dos trabalhadores e pelas oportunidades para os concurseiros que estudam, se dedicam e sonham com uma carreira construída pelo mérito, e não por apadrinhamentos.

Ganhou também a esperança de milhões de pequenos e médios empresários que precisam de um país com trabalhadores valorizados, consumo, estabilidade e oportunidades para empreender.

E ganhou um Brasil que deve pertencer a todos e todas, sem discriminação por raça, cor, origem ou condição social.

Não é paixão partidária. É convicção sobre o Brasil que quero.

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