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Está no ar podcast do Serjusmig com participação de coordenadora do Sitraemg

Alessandra Matias Barbosa falou sobre os desafios da organização de quase dez mil servidores do Judiciário Federal em Minas Gerais e da necessidade de fortalecer os laços intersindicais
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No Mês do Servidor, a coordenadora-geral do Sitraemg Alessandra Matias Barbosa foi a entrevistada do podcast Prosa de Servidor, do Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais (Serjusmig).

▶️ Assista no YouTube: https://bit.ly/ProsadeServidor16

▶️ Ouça no Spotify: https://bit.ly/ProsadeServidor_JudiciárioFederal

Por mais de uma hora, o diretor do Serjusmig Felipe Galego e Alessandra conversaram sobre os desafios em comum dos servidores das Justiças Estadual e Federal, além das especificidades de suas representações.

“Nós, da base do Serjusmig, e vocês, do Sitraemg, somos a base da pirâmide do Judiciário. Se não unirmos forças com a luta dos trabalhadores em geral e com categorias semelhantes, seremos engolidos”, destacou Galego.

“Com certeza. Somos as formiguinhas da base do Judiciário, e o movimento intersindical é essencial para a nossa sobrevivência e para novos avanços”, confirmou Alessandra.

A coordenadora-geral do Sitraemg ressaltou que a pauta da correção de distorções remuneratórias entre cargos do Judiciário Federal é prioritária para o sindicato, que aposta na unidade de luta para alcançar esta conquista.

Essa preocupação com a unidade, completou o entrevistador, é essencial, pois a desunião enfraquece a categoria. “Teremos sempre especificidades, mas, com a separação e a desunião, alguém ganha – e, com certeza, não são os trabalhadores”.

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Além da reestruturação, foram debatidas a data-base, a derrubada do Veto 45/2025 (que barrou a parcela de correção salarial) e a valorização dos aposentados e pensionistas.

Ao longo da entrevista, Alessandra ressaltou que, apesar das diferenças administrativas entre os ramos do Judiciário, os servidores enfrentam problemas semelhantes e precisam fortalecer a atuação conjunta.

A coordenadora defendeu que as distorções precisam ser enfrentadas de forma coletiva, pois auxiliares, técnicos, analistas, oficiais de justiça e policiais judiciais precisam ser compreendidos como partes de uma mesma categoria, sem que as diferenças entre os cargos sejam utilizadas para criar divisões.

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