O Sitraemg se une a entidades do Brasil e do mundo para repudiar o sequestro do ativista Thiago Ávila pelas forças israelenses, ocorrido no dia 30 de abril.
O espanhol Saif Abukeshek e Thiago Ávila, membros da Flotilha Global Sumud, formada por dezenas de barcos que levavam ajuda humanitária para a Faixa Gaza, foram detidos em águas internacionais e levados para Israel, onde permanecem detidos sem acusação formal.
Na terça-feira, 5 de maio, o Tribunal de Magistrados de Ashkelon, de Israel, prorrogou por mais seis dias a prisão do ativista, capturado ilegalmente pelo país durante a missão humanitária. No mesmo dia, foi informada a morte do ativista, no Brasil, Teresa Regina de Ávila e Silva, agravando a perplexidade com a detenção prorrogada.
Há denúncias na imprensa internacional de que as forças de segurança israelenses torturaram Thiago Ávila e o mantém quase incomunicável. Desde a prisão, o ativista brasileiro conseguiu se comunicar apenas com a advogada, mas não com a família.
O sindicato repudia a prisão imotivada do ativista e alerta para a importância de se distinguir a necessária condenação ao genocídio, que continua sendo praticado na Faixa de Gaza, de qualquer debate com viés religioso.
Em declaração, também no dia 5 de maio, o porta-voz da ONU (Organização das Nações Unidas), Thameen Al-Kheeta, cobrou de Israel a soltura “imediata e incondicional” do ativista brasileiro.
O Sitraemg irmana-se ao Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos para afirmar que não é crime demonstrar solidariedade e levar ajuda humanitária à população palestina em Gaza, que dela necessita urgentemente.
Assessoria de Comunicação
Sitraemg


