O Movimento “Mulheres de Fibro de Pará De Minas” – idealizado por Sônia Cruz e coordenado por ela e pelas irmãs Conceição Cruz, servidora aposentada da Justiça Federal, Aparecida Cruz e Veronice Cruz – atua para que a sociedade conheça e compreenda as dores e as necessidades e representar os pacientes com fibromialgia.
No trabalho de conscientização que o grupo realiza, são feitos alertas importantes: de cada dez pacientes com fibromialgia, entre 7 e 9 são mulheres. Mas a síndrome é muitas vezes invisibilizada, apesar dos sintomas dolorosos que dificultam muitas atividades cotidianas.
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Sintomas mais comuns da Fibromalgia:
– Dor crônica e difusa
– Fadiga e sono não reparador
Como a fibromialgia é uma “doença invisível” (não aparece em exames de laboratório ou de imagem), a falta de conhecimento gera barreiras invisíveis e severas, para quem convive com as dores constantes.
O coletivo busca por direitos e visibilidade e apoio mútuo e já foi reconhecido pela Câmara Municipal de Pará de Minas que, através dos vereadores Toninho Gladstone e Irene Melo Franco, criou a Lei 6.941/23, que estabelece um fluxo oficial de atendimento para pacientes com fibromialgia no município. O trabalho na cidade da região central do estadoé articulado com a ANFIBRO (Associação Nacional de Fibromiálgicos e Doenças Correlacionadas).
O Movimento lembra que a falta de conhecimento gera barreiras invisíveis e severas, para quem convive com a síndrome e propõe a “educação em dor” que envolve três pilares principais:
- Capacitação Médica e de Equipes de Saúde, objetivando romper com o preconceito clínico e o capacitismo para acelerar o diagnóstico
- Educação em Saúde para o Paciente (Psicoeducação) – Entender a própria condição
3- Conscientização sobre direitos e legislação e aplicação das leis vigentes – Existem legislações nacionais de amparo integral no SUS (como a Lei 14.705/2023)
Saiba mais sobre o Movimento no Instagram
https://www.instagram.com/mulheresdefibroparademinas/
Assessoria de Comunicação
Sitraemg


