No Dia Internacional do gênero, mulheres dizem “liberdade já” e “não” à discriminação e violência

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Além de promover uma série de atividades comemorativas voltadas para as servidoras do Judiciário Federal, em sua sede, no sábado (7), véspera do Dia Internacional da Mulher, na data oficial da celebração (8, domingo), o SITRAEMG também apoiou as atividades lideradas pelo movimento 8M Popular, com a participação de vários outros movimentos, que agitaram o centro de Belo Horizonte. A Praça Sete foi o local de convergência das diversas manifestações, oriundas de várias localidades da cidade, com destaque para as que foi organizada na Praça Raul Soares, e na Ocupação Pátria Livre, da Pedreira Prado Lopes.

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Dos carros de som, e em faixas e cartazes, as vozes femininas falaram mais alto, denunciando o preconceito sexual, a misoginia e a violência contra a mulher, respeitando respeito à liberdade feminina e de gêneros. A apenas seis dias da data em que se completarão dois anos do assassinato brutal da vereadora carioca Marielle Franco e seu motorista Ânderson Gomes, as participantes cobraram do Judiciário e do Ministério Público a investigação e descoberta dos mandantes dos crimes, já que os apontados como executores já se encontram presos.

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As coordenadoras do SITRAEMG Elimara Gaia e Adriana Mesquita, juntamente com a servidora do TRT Rosemare Petitjean, que integram o Núcleo de Mulheres do Sindicato, e a também filiada aposentada Etur Zeruri, do movimento 8M, estiveram presentes e dividiram essa sensação de força da mulher ao lado de outras colegas servidoras do Judiciário Federal que também compareceram – algumas delas trajando a camisa do Sindicato com a mensagem “Chegou a hora de reagir”, referente à luta da categoria contra a pauta do governo de desmente do Estado e dos serviços públicos.

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“Nós mulheres não queremos flores. Queremos respeito. Machismo mata todo dia”; “Lute como uma mulher: por mais direitos, respeito, igualdade, pelo fim da violência de gênero”; “Não posso aceitar uma sociedade que ignora meu ‘não’ e condena meu ‘sim’”; “Meu corpo, meus afetos, eu decido!”, “Marielle vive”. Eis algumas das mensagens expressadas pelas participantes.

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